"Sim, sou um sobrevivente, quer saber como é a minha historia? Tudo bem, lá vai, mas depois não diga que eu não avisei...
- Eu estava em meu quarto, com uma garrafa de Absolut nas mãos, escutando musicas no meu celular, quando escutei um barulho na sala de estar, de repente minha mãe começa a gritar pedindo por socorro, eu paro a musica e vou ver o que ela quer ainda com o Absolut nas mãos. Me asusto ao ver minha mãe correndo para o quarto dela e na sala duas das criaturas mais perfeitas que existe na fixação, elas andavam com os pés rastejando, pelo que parecia, uma era mulher e outra criatura era um homen, mas não parecia bem humanos... Estavam com sangue em suas bocas, confesso que fiquei com um pouco de medo. A pele deles eram meio apodrecidas, e contiam um cheiro horrivel, estava chegando a conclusão que aquilo seria impossivel, ver duas criaturas sobre humanas, ver dois
Zombies, seria impossível na vida real. Quando me toquei, eles ja estavam chegando bem perto de mim, me afastei e procurei a primeira coisa que pudesse ultrapassar a cabeça deles, corri até a lareira aonde eu encontrei dois ferros que era usado para mexer no fogo nos dias mais frios... me virei e eles novamente estavam bem pertos de mim, minha reação não foi uma das melhores, deixei cair o Absolut no chão, fazendo com que a garrafa se quebre em pedaços, peguei as barras de ferro e cortei-os ao meio. Mas como qualquer um pode imaginar, eles não morreram, continuaram a se mexer, e dessa vez ainda mais medonho. Não quis saber, eles cairam no chão e eu enterrei as barras de ferro na cabeça deles... Foi uma sensação muito estranha, medo, vitória, felicidade, tristeza, mais medo. Finalmente consegui faze-los parar.
Não parece ser muita coisa, mas quando você vive isso pessoalmente, é completamente diferente, aqui consegui explicar só o que me lembro, sei que teve alguns detalhes que minhas malditas lembranças não deixam eu conseguir te-los. Foi o melhor sonho de todos... Sim, isso foi só um sonho "
Crônica escrita por: Juliana Matos (@julianamonster)
Em homenagem a Nicholas kkk